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Criminalidade em Maputo: PRM alveja mortalmente assaltante

Segunda-feira, 25.08.14
A polícia da República de Moçambique (PRM), desmantelou uma quadrilha na manhã desta quarta feira, em Maputo, após assaltar cerca de 400 mil meticais a um indivíduo que saía do banco “Standard Bank”. Na ocasião, foram recuperadas 19 mil meticais, duas armas do tipo pistola e foi apreendida uma viatura de marca Toyota Corola com chapa de matricula AEB-238 MP, na qual se faziam transportar.
O indivíduo foi interceptado quando saía do banco “Standard Bank”, ao longo da Avenida Julius Nherere na da cidade de Maputo.
O porta-voz da Polícia da Cidade de Maputo, disse que os quatro assaltantes, foram interceptados graças a intervenção da polícia que passava daquele local, no âmbito das suas actividades de patrulha.
Orlando Mudumane disse que ” a neutralização dos indivíduos que acabavam de assaltar o valor foi graças a uma a pronta intervenção da polícia”. Ele, acrescentou que os indivíduos foram neutralizados depois de troca de tiros com as autoridades polícias, onde um pôs se em fuga e o outro foi baleado mortalmente, tendo sido presos dois.
“Entrei no banco Standard Bank para levantar dinheiroem cheques um era de 200 mil e o outro era aproximadamente 192 mil, quando estava a sair dois indivíduos me interceptaram e pediram dinheiro não lhes entreguei, atirei para cima, eles apanharam e se puseram em fuga, só que vinha uma viatura da Polícia, foram perseguidos e neutralizados após troca de tiros”, explicou o indivíduo assaltado na condição de anonimato.
Faduco, um dos membros da quadrilha confessou o seu envolvimento no crime. O suposto disse que “fomos neutralizados quando tentávamos roubar dinheiro”. O mesmo acrescentou que as duas armas do tipo pistola adquiriram com um indivíduo que trouxe de Nampula para lhes vender por 5 mil meticais cada.
O membro do grupo já morto respondia pelo nome de Aniceto.

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publicado por Novaldo às 10:57

Acidente foi causado por uma cratera aberta pelas chuvas

Domingo, 08.06.14

Quinze mortos e igual número de feridos, das quais quatro em estado grave, constituem o saldo preliminar de um acidente de viação ocorrido na madrugada de hoje, no distrito de Lago, na província nortenha de Niassa.

Segundo fonte do Comando Provincial da PRM no Niassa, o sinistro ocorreu por volta das 4:00 horas de sábado, quando um camião, que transportava 30 vendedores de roupa que seguiam da vila-sede do distrito do Lago para uma feira no posto administrativo de Meluluca, capotou ao passar por uma cratera aberta pelas chuvas na ponte sobre o rio Meluluca.

Anualmente registam-se em todo o país, em média, quatro mil acidentes de viação, resultando em mais de duas mil vítimas, entre mortos e feridos gravesacidente

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publicado por Novaldo às 20:25

Ruanda reconstrói-se 20 anos após genocídio

Quarta-feira, 14.05.14

O desespero perante uma realidade difícil em 1994
O GENOCÍDIO ocorrido no Ruanda, que afectou mais aos tutsi, deixou pelo menos 800 mil mortos em 100 dias. Vinte anos depois, o pequeno país dos Grandes Lagos africanos concluiu o processo de julgamentos e reduziu a pobreza, mas ainda tem pouca liberdade.
EM 1994, Moçambique estreava-se em eleições multipartidárias, a África do Sul elegia o seu primeiro presidente negro no pós-apartheid, o Reino Unido e a França inauguravam o Eurotúnel e a NATO fazia o primeiro ataque contra aviões sérvios durante a guerra da Bósnia.
No mesmo ano, e em 100 dias, de Abril a Junho, 800 mil pessoas morriam assassinadas no Ruanda. O genocídio, termo adoptado após muito debate nos comités da ONU, foi um dos episódios mais sangrentos da segunda metade do século XX, e afectou quase um terço da população do pequeno país da África Central.
A matança de tutsis, etnia minoritária do Ruanda, começou a ser organizada poucos anos antes pelo então governo de maioria hutu. O estopim foi a morte do presidente Juvenal Habyarimana, num atentado, até aqui não esclarecido, que derruba o avião no qual ele viajava com o seu homólogo e vizinho, o burundês Cyprien Ntaryamira. Sem o presidente, os radicais do governo apropriaram-se da administração e eliminaram opositores. A extinção tutsi virou política de Estado, campanha promovida com incentivos e ameaças e enfatizada em discursos na rádio e na TV.
“Basicamente, o genocídio foi causado por um desejo de elites em manter o poder e uma população aberta à manipulação por causa da pobreza crónica”, explicou ao G1 Nigel Eltringham, professor de antropologia da Universidade de Sussex, no Reino Unido.
O genocídio não apenas matou entre 800 mil e 1 milhão de pessoas (nas estatísticas do governo), como acabou com toda a precária estrutura do país.
Vinte anos depois, no entanto, Ruanda exibe estatísticas surpreendentes: redução da pobreza de 59 por cento em 2001 para 44,9 por cento em 2011, um crescimento económico de 8 por cento ao ano, PIB per capita de 1,5 mil dólares (contra 575 dólares em 1995), 95 por cento de taxa de matrícula no ensino primário e taxa de alfabetização de 71 por cento. Segundo o relatório “Fazendo Negócio”, do Banco Mundial de 2013, o país aparece em 52º dos 185 países mais fáceis para fazer negócio e em 8º no ranking de melhores nações para se começar um negócio.
Todos esses óptimos indicadores foram conquistados com pouca liberdade de expressão e repressão política do actual governo. Outra crítica é a falta de julgamento de crimes cometidos pela guerrilha tutsi que pôs termo ao genocídio. Organizações internacionais também apontam o envolvimento da actual administração no conflito da vizinha República Democrática do Congo (RD Congo).
Apesar de viver sob um governo quase autocrático, os ruandeses devem ver, em pouco tempo, o seu país ficar independente da ajuda internacional – responsável por 86 por cento do orçamento do país em 2001, hoje o envio estrangeiro chega a 40 por cento. O dinheiro das doações foi a base para a reconstrução do país. Um mundo envergonhado pela omissão e falta de atitude deu boas gorjetas à nação devastada. Assim que o genocídio acabou e que as cifras de mortos foram estampadas, as potências tentaram compensar o seu silêncio com uma boa verba para a reconstrução. Mas a verdade é que a inacção da comunidade internacional fez com que o Ruanda ficasse marcado como um vergonhoso exemplo de indiferença e abandono das potências mundiais.

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publicado por Novaldo às 22:29

Novo ataque de homens armados faz cinco feridos no centro de Moçambique

Domingo, 04.05.14

Um novo ataque de homens armados ligados à Renamo fez hoje cinco feridos, incluindo um menor, no troço Save-Muxúnguè, no centro de Moçambique, disse à Lusa fonte policial.
A ofensiva incidiu contra um carro militar que escoltava a primeira coluna de viaturas na Estrada Nacional 1 (N1), a principal do país, que liga Sul a Norte, e o berço da tensão político-militar que afeta Moçambique há um ano.
"Do ataque foram registadas cinco vítimas civis, uma das quais criança, que foram socorridas e levadas para o hospital rural de Save [Inhambane, sul]", disse à agência Lusa Daniel Macuacua, porta-voz da Polícia de Sofala.

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publicado por Novaldo às 11:33

Renamo quer seus generais nas chefias do exército e da PRM

Quarta-feira, 16.04.14

Condição para desmilitarização:
O partido de Afonso Dhlakama exigiu, esta segunda-feira, a entrega das chefias militares e policiais a todos os níveis como condição para entregar todas as armas e libertar-se da sua ala armada
A Renamo exigiu, esta segunda-feira, a nomeação de seus generais para chefiar todas as unidades do exército e das forças policiais como condição para a sua desmilitarização e transformação em partido político normal, em Estado de Direito. Esta exigência foi apresentada em mais uma sessão de diálogo com o governo, que continua sem consenso sobre a entrega de armas por parte da Renamo.
Na sua proposta, o maior partido da oposição defende que o chefe do Estado-maior General, os comandantes da força aérea, da marinha de guerra, comandante-geral da Polícia, da Força de intervenção Rápida e os escalões de chefia a todos os níveis devem ser figuras por si indicadas, sendo esta a nova fórmula para que cumpra com o desarmamento total dos seus homens, uma situação que teima em permanecer desde 1992, depois do Acordo Geral de Paz, assinado em Roma.
“Atendendo que o governo, há mais de 20 anos, o chefe do Estado-maior General vem das antigas Forças Populares de Libertação de Moçambique (FPLM), achamos que seria oportuno que, a partir de agora, em diante, pudesse provir da Renamo, em respeito ao princípio de equilíbrio e paridade”, disse Simone Macuiane, chefe da delegação da Renamo no diálogo.
A proposta da Renamo, que mais parece o maior teste à capacidade de cedência até aqui demonstrada pelo governo - que fez acelerar o diálogo, depois de vários meses de sucessivos encalhes -, é abrangente a todos os sectores da defesa e segurança, desde o topo até à base, onde quer seus elementos a chefiar.

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publicado por Novaldo às 17:42

Clonadores sul-africanos de cartões bancários detidos

Sábado, 05.04.14

Quatro cidadãos sul-africanos estão a contas com a Polícia, na cidade de Maputo, acusados de clonagem de cartões de banco.
Trata-se de Phica Tshabaiaia, de 32 anos de idade, Thuthuko Ndlovu (29), Sbusi Nkiza (35) e Asanda Nkimana (27), uma “gang” que, de acordo com a Polícia, reproduzia cartões e efectuava compras em diversos estabelecimentos comerciais, particularmente da capital.
Na posse daqueles foram apreendidos 37 cartões de diferentes bancos, um computador portátil, oito telemóveis e uma viatura de marca Toyota Corolla, de cor cinzenta, matricula BK 53DV-GP.
O porta-voz da Polícia no Comando da Cidade, Arnaldo Chefo, disse que o caso foi despoletado pelos movimentos que estes efectuavam num banco da capital que não quis identificar, em operações que lesaram muita gente.
“Estes vinham fazendo levantamentos e transferências num banco comercial e graças a denúncias feitas pela instituição (bancária) neutralizamos os primeiros dois numa pensão residencial que nos levaram aos outros membros do grupo”, disse.
Chefo referiu que estes eram especialistas em defraudar cartões e transferir valores para bancos no estrangeiro para se apoderar a posterior.
Os detidos são citados pelo matutino Notícias a afirmarem não fazerem parte de qualquer quadrilha de clonagem de cartões e que não sabiam por que razões estariam encarcerados naquela local. “Estes cartões não nos pertencem. Não sabemos como é que pararam nas nossas bagagens, apenas reconhecemos os nossos cartões pessoais”, disse Sbusi Nkiza.
A detenção dos quatro indivíduos acontece numa altura em que circulam cada vez mais informações sobre a existência de casos de clientes de bancos da praça que viram subtraídos valores nas suas contas, ligando-se esta situação ao fenómeno de clonagem de cartões.
O último registado pela Polícia foi na sexta-feira, quando uma mulher denunciou à corporação um movimento estranho na sua conta em compras e levantamento de dinheiro.

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publicado por Novaldo às 19:36

Homens da Renamo atacam também em Tete

Sábado, 05.04.14

Homens armados da Renamo emboscaram na passada quarta-feira em Tete, uma viatura da Polícia da República de Moçambique (PRM), no seu regresso de uma acção de patrulhamento nos povoados de Chibaene e Chiandame na localidade de Moniqueira, posto administrativo de Tsangano.
Na sequencia do ataque, segundo escreve este sábado o jornal Notícias, um elemento pertencente as fileiras da Renamo foi morto e dois da corporação policial feridos, encontrando-se a receber cuidados médicos na cirúrgia do hospital provincial.
De acordo com a administradora distrital de Tsangano, Ana Beressone, homens armados da Renamo estão desde finais de Março a protagonizar acções de terror no seio da população, saqueando os seus bens, de modo particular na área de Moniqujeira.
“Temos conhecimento, através da população, da existência de um grupo de homens armados da Renamo que de quando em vez faz incursões em alguns povoados, queimando casas e destruindo celeiros”, disse Ana Beressone citada pelo Notícias.
A administradora acrescentou que com vista à reposição da ordem e tranquilidade públicas naquele posto administrativo foi destacada uma brigada da Polícia que, no seu regresso de mais uma missão de patrulha e segurança à população, cai na emboscada dos homens armados.

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publicado por Novaldo às 18:55

Morte de jovem trabalhadora da Movitel gera polémica

Sábado, 05.04.14

Os serviços da Movitel na cidade portuária de Nacala, Nampula, ficaram literalmente paralisados, ontem, na sequência da confusão que se instalou em volta da morte de uma sua colaboradora, em circunstâncias estranhas, no Distrito de Angoche. A colaboradora falecida encontrava-se em Angoche a promover a venda dos produtos da operadora móvel.
De acordo com a família, a empresa de telefonia móvel Movitel negou assumir as despesas fúnebres da finada que, em vida, respondia pelo nome de Angelina Augusto Macamo, e que perdeu a vida em serviço no Distrito de Angocha, onde estava a promover os produtos daquela operadora de telefonia móvel, alegadamente por não ter vínculo contratual com a operadora.
O pai da finada disse que a informação da morte da sua filha de apenas 17 anos de idade, e que era promotora de vendas daquela empresa de telefonia móvel, chegou através de uma chamada telefónica, no sábado, e até aqui desconhece o paradeiro do corpo de Angelina.
De acordo com trabalhadores, esta é já a segunda vez que a empresa nega assumir despesa fúnebres de um seu trabalhador que perde a vida em pleno exercício das suas actividades laborais.
Após muita confusão e ajuda das autoridades policiais, as partes chegaram, entretanto, a um acordo, com a Movitel a comparticipar, com cerca de 80 mil meticais, as despesas fúnebres, sobretudo a transladação do corpo.

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publicado por Novaldo às 11:30

Criminalidade desafia PRM

Quinta-feira, 03.04.14

OS focos de criminalidade que continuam a registar-se na província de Maputo são um desafio para a Polícia da República de Moçambique (PRM) melhorar o seu empenho e profissionalismo, de modo a garantir segurança e tranquilidade nos bairros.
O comandante da Polícia da República de Moçambique (PRM) na província de Maputo, Jeremias Machaieie, reconhece que a ocorrência de crimes violentos como raptos, assaltos à mão armada a residências e estabelecimentos comerciais têm estado a exigir da corporação um empenho redobrado para evitar situações mais graves.
Jeremias Machaieie falava ontem na abertura do IV Conselho da PRM em Maputo, que decorre sob o lema “Juntos na garantia da ordem, segurança e tranquilidade públicas, prevenindo e combatendo ao crime e acidentes de viação”.
“Temos vindo a desenvolver estratégias operativas em colaboração com a população, com vista a controlar os sequestros e o crime violento que continuam a perturbar as nossas comunidades”, disse o comandante.
O encontro da Polícia, que hoje termina, tem como objectivo fazer o balanço das actividades desenvolvidas ao longo do ano de 2013 e a avaliação do grau de cumprimento das decisões tomadas na III reunião, realizada no ano passado.
O comandante da PRM em Maputo disse ainda que, no exercício das suas funções de combate ao crime, a Polícia deve pautar pelo rigor, respeito pela legalidade, isenção, objectividade, igualdade de tratamento, respeito pelos direitos humanos e apartidarismo.
Sublinhou que o presente ano será palco de muitos eventos de grande dimensão política, como o processo de recenseamento eleitoral em curso, que culminará com a campanha eleitoral e a realização das quintas eleições gerais e as segundas eleições das assembleias provinciais. Tudo isto, segundo ele, impõe uma postura mais interventiva e disciplinada da Polícia.
“O processo de recenseamento eleitoral em curso decorre dentro da normalidade em toda a província de Maputo devido à entrega dos agentes na protecção e segurança de pessoas, instalações, materiais e equipamentos alocados a este processo, para garantir que os cidadãos interessados se façam aos postos de recenseamento com segurança”, afirmou Machaieie.
Durante o encontro, e de acordo com dados apurados pelo “Notícias”, os membros do Conselho Provincial da Polícia terão também a oportunidade de partilhar informações referentes ao Plano Económico e Social e Orçamento do Estado para 2014, instrumentos recentemente aprovados pela Assembleia da República.

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publicado por Novaldo às 13:18

Descobertos novos restos mortais das vítimas do voo TM470 da LAM

Quarta-feira, 02.04.14

As autoridades namibianas revelaram que foram descobertas novas partes de corpos das vítimas do acidente com o avião das Linhas Aéreas de Moçambique – LAM -, o que vai comprometer a conclusão do processo.
De acordo com uma correspondência com o governo moçambicano, a Namíbia explica que “havia sido previsto que o processo de identificação dos corpos dos 33 ocupantes terminaria no final de Março corrente, todavia, foram recuperados do local do acidente restos mortais adicionais, para além dos já processados cientificamente”.
A situação vai atrasar a conclusão do processo de identificação, uma vez que os restos mortais recentemente descobertos têm que passar pelo mesmo processo científico por que passaram as partes recuperadas inicialmente.
Até aqui, a instituição à frente do processo, o Instituto Nacional de Ciência Forense da República da Namíbia, identificou 24 corpos dos 33 perecidos no acidente aéreo.
A identificação foi possível com recurso à conclusão da autópsia feita a 233 amostras, comparadas com os perfis dos familiares das vítimas.
A Namíbia diz ainda que os trabalhos prosseguem e “os peritos estão convictos de que esta comparação continuará a produzir identificações adicionais até que todas as 33 vítimas sejam identificadas”.
Nos próximos dias, os peritos esperam identificar e emitir novas certidões de óbito para algumas das restantes nove pessoas que ainda não foram identificadas.
“Os peritos não vão desistir, devendo prosseguir com os trabalhos cujo objectivo é identificar os restos mortais de todas as 33 pessoas que iam a bordo do avião”, dizem as autoridades namibianas.
O processo de identificação dos ocupantes do avião prossegue, devendo ser concluído o mais breve possível para minorar o sofrimento das famílias dos perecidos, acrescenta o Instituto Forense da Namíbia.
Entretanto, alerta tratar-se de um processo lento e delicado, dada a sua complexidade.
A aeronave, do voo TM470, que seguia com destino a Luanda, despenhou-se na tarde de 29 de Novembro do ano passado, na região norte da Namíbia, no Parque Nacional de Bwabwata.

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publicado por Novaldo às 22:31





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